Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

Imagem
Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior. "Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG. Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entr

A busca da verdade. Uma lição do velho mestre.

"Não é tarefa muito fácil descobrir, no fundo de um passado às vezes obscuro, a origem de povoações que nasceram no interior do Brasil, sem que tivesse um cronista que deixasse escrita a história de seu nascimento (...) outras, nasceram de capelas erguidas nas fazendas antigas pelos seus proprietários, porém muitas outras apareceram, não se sabe como nem porquê."

Comentários

Anônimo disse…
A lição de hoje: GUARDA NACIONAL.
Em 1862 foram escolhidos e eleitos pelo CONSELHO PAROQUIAL da MATRIZ DE CACHOEIRA DO CARMO, entre outros cidadãos para ocuparem outros cargos, JOSÉ CELESTINO TERRA. FOI REELEITO EM 1864; 1865; 1866 E 1867 para ocupar o mesmo cargo.
Anônimo disse…
p.25,2 edição.CARMO DA CACHOEIRA:" como se encontra o Brasil na época do "coronelismo" em que os chefes políticos exerciam a chefia dos partidos de maneira despótica, quase absoluta (...), assim dispunha dos "capangas", sempre prontos a cumprirem" ordens superiores, "quer se tratasse de surrar algum desafeto ou adversário político, ou eliminá-lo do número dos vivos."
Anônimo disse…
Complementa, mais abaixo: "Nem se deve estranhar a energia com que os chefes políticos desempenhavam as suas funções, considerando-se que a brandura somente é possível quando se trata com um povo civilizado, o que não acontecia naqueles tempos, com muita razão chamados "do obscuramtismo." Rendo uma homenagem ao Coronel JOÃO URBANO DE FIGUEIREDO."TRATA-SE DE UMA PESSOA HONESTA E JUSTA. Jamais determinou que matasse alguém, coisa raríssima na vida dos chefes políticos de então."
Anônimo disse…
Professor. Hoje os tempos são outros. Se o senhor não tivesse feito sua parte seria impossível. Mas o senhor não foi omisso.Agora, todo mundo pega junto. O objetivo maior é que dá as cartas. O Jorge Vilela pegou a sua bandeira e não larga por nada. Faz mil coisas, mas ama sua causa e luta por ela. Tem também a Teresa que se postou ao lado dele. Descanse em Paz. Amém

Postagens mais visitadas deste blog

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

Antiga foto da fazenda da Serra de Carmo da Cachoeira.

As três ilhôas de José Guimarães.