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Santuário Mãe Rainha

Espaço ofertado pelo GAPA CULTURAL à população cachoeirense, e que deverá irradiar amor e união com o lado imaterial da Vida. Deverá responder a um apelo ao Criador Supremo seguinte proposta: “Faze-nos um só coração e uma só alma, para que possamos nos tornar sal e fermento no mundo.”
A partir de sua arquitetura circular, como representação da forma da célula, elemento básico na constituição dos seres, um pleito ao Divino, ao Sagrado, manifestando através do “Santuário de Mãe Rainha", aqui venerada e louvada. A matrona leva o título de Mãe, aquela que inspira e nos mantém unidos. Ela, com seu filho ao colo, como manifestação do caminho para Jesus.
Rainha Vencedora, porque é: filha do Pai Supremo, mãe do Filho Jesus, e Esposa do Espírito Santo.

Comentários

Anônimo disse…
Arquitetura harmoniosa, leve, singela. queria uma dessas em minha cidade.
Anônimo disse…
Costumo receber a visita da Mãe Rainha em minha casa todos os meses. Aprendi a rezar pra ela, assim: Ó minha Senhora e minha Mãe! Eu me ofereço todo a vós e, em prova de minha devoção para convosco, vos consagro neste dia meus olhos, meus ouvidos, minha boca, meu coração e inteiramente to o meu ser. Lindo, né?
Anônimo disse…
Gente, que surpresa! Cliquei em cima das palavras da fotografia da casa da Mãe Rainha e abriu um painel de fotografia. As fotografias que aparecem estão dentro da casa de Nossa Senhora? Acho que vou até aí. Mochila nas costas e, lá vou eu. Tenho bicicleta, pô.... ....
Anônimo disse…
De Lavras aí é um pulinho. Vou ver se encontro meu amigo lá...... ...... Só que sem mochila, vou de pochete......, volto rapidinho..
Anônimo disse…
Ontem, dia 16 de janeiro passei em frente do santuário às 16 horas. A porta do Gapa estava aberto. Lá dentro tinha muita gente rezando o terço. Vi até um cachorro sentado junto do grupo que rezava. Chovia e o povo está lá rezando. Fiquei sem saber se entrava ou não...
Anônimo disse…
Todos os dias passo por aí. Antes da caminhada, rezo por toda a humanidade diante da Nossa Senhora aí presente.
Anônimo disse…
Voces precisam passar a noite neste lugar. Reflete paz, e a luz que daí emana é de puro amor - o de Nossa Senhora, guardiã e protetora desse pedacinho da cidade.
Anônimo disse…
Estive aí rezando o terço com um grupo. Estava lá também o Mons. Nunes. No sábado ele comemorou seus 50 anos de sacerdócio, dos quais, metade do tempo exerceu nesta paróquia. Obrigado Mons. por ter indicado o Pe. André como seu precursor na guiança do rebanho de almas de Cachoeira. Estamos com ele e não abrimos mão de sua guiança.

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Texto Anterior: Padre Vieira e a legítima sua organização dos quilombos.
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1 Barleus, Gaspar. História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia, 1974.
2 REIS, João José e GOMES, Flavio dos S. Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1996. p. 33

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